Mudança de nome




Para os mais distraídos, há umas semanas decidi meter o instagram e o blog o mais consistentes possiveis e já que no instagram estava a usar o meu nome verdadeiro (Diana) decidi deixar o Ella para trás.  

Isto está a "desanonimizar" devagarinho... não é não querer que o me conheçam (até porque já coloquei a minha fronha no instagram stories umas quantas vezes. Viu quem viu... muahah) é querer manter-me mais resguardada. 

Sobre mim...


Mudei recentemente de dentista e consequentemente tive de fazer um raio-x de diagnostico da situação actual. Lá fui eu toda contente quando a médica se vira para mim muito espantada "mas isto é um dente de leite?!" Pois é  eu com 23 anos ainda tenho um dente de leite. E lá contei à doutora a história deste dentinho.

Ora passo a explicar:

Os dentinhos de leite caem porque supostamente há um enzima (ou lá o quê) que os notificam que está na altura de irem pregar para outra freguesia. Aparentemente este meu molar não recebeu a mensagem e não caiu. Nem eu nunca me lembrei que ele não tinha caído. Aos 18 (2 anos depois de ter tirado o aparelho dos dentes) quando não é o meu espanto quando um dente me nasce em segunda fila quase no céu da boca. Toca a ir para a dentista para avaliar o estrago... isto porque a minha língua deixou de ter espaço para viver confortavelmente. 

Raio-x para cá, raio-x para lá... e concluiu-se que ambas as raizes eram fortes e que se tirasse o de leite tinha de por aparelho de novo para o definitivo ir ao sitio (NEVER AGAIN!). Resultado tirei o definitivo e o de leite ainda aqui anda todo contente. Embora seja mais "fragil" que os outros.

A minha antiga doutora até me contou que conhecia uma senhora de 90 anos que lhe tinham caído todos os dentes excepto o único de leite que tinha. Portanto pode ser que o malandro me dure uns bons anos! 




TAG | Christmas Time!


Mais um natal, mais uma iniciativa (a  Christmas Time TAG) que está a inundar o nossos blogs de espírito de natal e de partilha de boas histórias. Se há coisa que gosto na blogosfera é o nosso espírito tão nosso de aderir a qualquer iniciativa. A autora do blog Pequenas Vontades foi uma querida e nomeou-me para responder a esta TAG. Não se esqueçam de também passar pelo blog dela e ver as respostas dela



Ora vamos lá a isto! As regras são simples:  responder às 13 questões + nomear 7 bloggers para responder a esta TAG. 


1 - Qual é o teu filme de Natal favorito?

Não sou grande fã de filmes de natal. Provavelmente porque todos os anos são os mesmos e já os vi vinte mil vezes. O único que embora não seja de natal (embora seja um clássico da época) e que ainda não me fartei é o Harry Potter. Quase todos os anos faço a minha maratona.

2 - Onde costumas passar o Natal?

Durante muitos anos o natal era passado nas avós. Véspera na materna (só nós e amigos chegados) e natal na minha avó paterna com toda a família.  Infelizmente entre pessoas que perdemos e as avós estarem velhotas a tradição teve de se alterar e agora o natal está em rotação entre as casas dos filhos. Este ano a véspera vai ser cá em casa (avós e nós) e o dia de natal (com toda a família) também vai ser cá em casa e estou super entusiasmada em criar novas tradições!

3 - Qual é a tua música de Natal favorita?

Eu sou uma moça que aprecia os clássicos. Nem o Bublé, que só sai da toca no natal, me chega! Para mim natal é Sinatra, é Nat King Cole, é Dean Martin, é Ella Fitzgerald... e por ai fora. E claro o CD dos meninos coro de santo amaro (ou lá o que é) que a minha mãe põe a tocar todos os anos. [Sinatra... coro de santo amaro... é quase mais ou menos a mesma coisa xD]

Não tenho uma musica preferida mas se há musica que canto todos os anos durante o embrulho de presentes é o "Santa Baby".


E claro o famoso "White Christmas".




4 - Abres os presentes na véspera de Natal?

Como nos últimos dois anos a véspera de natal tem sido em minha casa tenho aberto todos os presentes a 24.

5 - Por que tradições estás mais ansiosa este Natal?

O que mais gosto do natal é ver a cozinha em pleno vapor, ao som dos clássicos do natal e da lareira a crepitar, e todos (os cá de casa) empenhados a fazer o seu prato ou doce. É tão bom!
Desde que entrei na faculdade tinha sempre exames nos fins de semana de decorar a casa então já não montava a árvore à 5 anos. Está a ser tão bom este ano estar a participar em 100% no natal.

6 - Tens uma árvore de Natal verdadeira ou falsa?

Falsa, desde que me lembro que temos sempre falsa. Mas chega quase até ao tecto e adoro o meu pinheirinho!

7 - Qual o teu doce/comida favorita no Natal?

Nós no natal fazemos um doce, que embora não seja de natal só fazemos no natal, uma torta de ovos maravilhosa cuja receita era da minha madrinha e era sempre ela que fazia. Desde que faleceu passou a ser a minha responsabilidade. É algo pelo qual tenho muito carinho!

8 - Sê honesto: preferes dar ou receber presentes?

Quando era pequena era receber, claro! Agora é dar. Pareço uma criança... Fico tão excitada por comprar coisas giras para a minha família que quase são eles a implorar-me para fazer surpresa porque se pudesse dava logo no dia em que comprava. Especialmente às meninas (que torna tudo mais facil!! O meninos é sempre um problema.) cá de casa. Comprei coisas tão a "cara delas" para a minha mãe e a minha avó, elas nem sonham e vai me dar um gozo enorme ver a cara delas dia 24!

9 - Qual foi o melhor presente que recebeste?

Nem sei... tive tantos e tão bons ao longo dos anos. O meu pai sabe sempre o que gosto e faz-me sempre surpresa. E adoro quando não sei o que vou receber, sou uma chorona. Provavelmente o meu pc ou lente nova para a minha cannon que me apanharam completamente desprevenia quando abri os embrulhos.

10 - Qual é o teu lugar de sonho para visitar no Natal?

Aiiiiiii, tantos! Londres e NYC estão no topo da lista! Depois há aqueles paises do norte da europa com aquelas vilas natais de morrer..

11 - Momento mais memorável das férias de Natal:

Eu há 5 anos que não tinha férias de natal portanto nem me lembro como era nessa altura. Provavelmente o acordar tarde e passar a tarde no sofá a ver filmes.

12 - Como é que soubeste a verdade sobre o Pai Natal?

Os meus pais nunca foram muito ligados ao pai natal, nunca tive um familiar vestido de pai natal nem nada dessas coisas. Só escrevi cartas para o pai natal na escola portanto acho que não foi choque nenhum não saber que ele não existia. Tão nada chocante que nem me lembro de quando descobri que era mentira.

13 - És uma pro a embrulhar ou um fail completo?

Bahahahah bom timming, acabei agora de fazer um fail monumental. Tentei embrulhar uma lata redonda, escusado será dizer que ficou uma bela m*rda. Mas se forem caixas rectangulares tradicionais safo-me bem!


E pronto, acabou! Ohhh... até gostei de responder a esta TAG.

Em relação a nomeados (vão cuscar os blogs delas sff)... Já tanta gente respondeu que está difícil, provavelmente já fora todos nomeados mas aqui vai:





Por favor, não colocar pensos higiénicos na sanita. Obrigada!




Ahh, o mundo mágico que é a casa de banho públicas das senhoras! É um local super fértil para descobri temas a abordar neste blog.

Vamos lá dar contexto à  coisa. Ora estava eu numa casa de banho publica, já dentro do cubículo minúsculo, a tentar equilibrar-me para fazer o meu xixizinho (sem sentar) ao mesmo tempo que segurava o casaco e na mala para não aterrarem no chão molhado quando reparo nos vários papeis na parede. "Não faça xixi para o chão", "Não deite papel higiénico na sanita", "Por favor, não colocar pensos higiénicos na sanita. Obrigada"

Aquela sim era uma casa de banho com regras! Ainda hoje me pergunto porque raio em várias casas de banho publicas temos de meter o papel higiénico no cesto/caixote. Acho que deve ser das coisas mais não higiénicas de sempre. Quase sempre o pedal do cesto está avariado e temos lá que ir com a mãozinha (ora pois, não obrigada. Prefiro ser rebelde e deitar o papel na sanita). Caso o pedal funcione temos a honra de ver o nosso papel marcado com o nosso xixizinho em plena confraternização com o xixizinho alheio. (isto se tivermos a sorte de ser só xixi alheio!) Um bocadinho desagradável portanto.

Quanto ao fazer xixi para chão, eu achava que isso era o 101 da sobrevivência. Eu em casa nunca faço para  o chão, principalmente porque me molharia toda e porque é uma merda ter de limpar o chão quando em alternativa é simplesmente puxar o autoclismo. Porque raio alguém em locais públicos havia de "mijar fora do penico"? Andam por ai pessoas muito estranhas se é necessário lembrar as pessoas de aonde tem de fazer o seu xixizinho. 

E se não faço xixi no chão em casa, muito menos ando a atirar pensos para sanita. Quer dizer, tenho amor ao dinheiro e não quero fazer do meu canalizador visita regular. Mas há alguém que realmente atire os pensos para sanitas publicas? Essa gente respira mesmo o mesmo ar que eu? Deve ser para testar diferentes marcas e respectivas capacidades de absorção, só pode! Nada como uma tomada de decisão informada.

O que leva as pessoas a fazerem em locais que são de todos aquilo que não fazem em casa? Ou fazem, mas quero acreditar que não! 

[ALERTA TEXTO NOJENTO] Uma vez entrei numa casa pública e encontrei um penso com período colado na parede. Foi das coisas mais nojentas que vi na minha vida. Eu olhei para o penso, o penso olhou para mim e fiquei ali uns segundos pasmada de nojo.  Pelo facto de o período ser um fluido desagradavel (já me basta o meu, ok?) e pelo "espectáculo" que a dona do penso deu. Há pessoas mesmo porcas neste mundo!

A minha Ginger Rogers está doentinha!





A minha piriquita, de seu nome Ginger Rogers, (Eu obviamente chamei aos meus piriquitos Ginger Rogers e Fred Astaire) teve uma semana chata e esteve/está doentinha. Avariou a pata e desconfiamos que se assustou durante a noite, isso explicaria um barulho que ouvimos, e caiu na gaiola e ou partiu ou torceu a patinha. 

Ela agora já está melhor mas nos primeiros dias andamos mesmo preocupados, desequilibrava-se no poleiro, estava só sobre uma pata, não comia, não bebia... e o pouco que comia era o Fred (portou-se lindamente com ela!) que lhe dava de comer. Pensámos mesmo se não havíamos de a levar ao veterinário. Nós damos-lhe bastante atenção, tem a gaiola toda "kitada", fala-mos com eles mas eles não estão treinados e não gostam que peguemos neles. Em dias de limpeza de gaiola é sempre um arraial. Tivemos medo de ao tentar tira-la da gaiola magoa-la ainda mais e ficamos a deixar andar um dia ou dois para ver como ela reagia. 

Andámos preocupados e de coração nas mãos a cada tombo dela (no dia em que caiu ela estava tão em baixo mas tão em baixo, de partir o nosso coração) mas o que é certo é que ela se tem safado bastante bem! Tem evoluído diariamente, não se nota que esteja em sofrimento e embora ainda não use bem as duas patinhas, já come, já bebe, já se equilibra e já usa as duas patas quando trepa pela gaiola e quando está no poleiro. E nota-se que está a explorar a patinha e a descobrir o que pode e ainda não pode fazer. Parece que a nossa Ginger (ou Ginginha como lhe chama a minha avó) está a recuperar embora não sei se vai ficar totalmente bem como estava antes, veremos! A torcer para que sim! 

The Voice - Tira-Teimas II


Mariza!! Como?? Como é que não passaste a Sofia? Eu gostei também do Ricardo Neiva mas... 



Como é que se deita isto fora? Mariza a assinar o grupo fortíssimo que tinha!

 Este ano vai para a Aurea!

Gostei bastante do grupo quer da Áurea quer da Mariza qualquer deles é mal empregado ir fora.
Nota-se demasiado que são escolhidos os mais "comerciais". Com tanta gente diferente nesta edição acho um erro certas escolhas. Mas lá está. Afinal o que sei eu de musica? Nada! 

Ao menos a Cláudia passou! Ainda não tá tudo maluco. Valha-nos isso... Esta moça é meia estranha mas tem talento para dar e vender! 


Outros que valem a pena destacar:







Nem vou referir o Joquim (aka JoJo) porque pronto, gosto pessoal! 

Como preferem que eu vos responda?


Gosto sempre (ainda que nem sempre seja possível) de responder aos comentários e devolver-vos a visita! Nunca sei aonde devo responder aos comentários. Se respondo directamente no meu blog, mas duvido que alguém cá volte para ler o que escrevi ou se respondo no blog da pessoa que deixou o comentário com o R:. Neste momento ando numa de é conforme me apetece na altura. 

Como preferem que eu vos responda?

Já cheira a natal


Já cheira a natal! Sabe tão bem ver a rua decorada, sentir na rua o cheiro das lareiras. Começa a apetecer preparar a casa. Este ano ainda vai ser mais especial porque o natal vai ser cá em casa! 
Por estes lados a tradição é aproveitar o feriado de dia 1 de Dezembro para fazermos a árvore e decorar a casa.

E vocês já arranjaram as vossas casas ou também vão esperar por dia 1?

Faculdade | Afinal como foi o meu mestrado?




Há uns tempos atrás a pedido duma menina escrevi um post sobre os mestrados. Expliquei quais os estatutos existentes e métodos de avaliação, falei das candidaturas a mestrado e comparei a licenciatura com o mestrado. Mas foi tudo muito genérico, não falei muito do meu caso em particular. 

Na minha faculdade e particularmente no meu curso (Engenharia Informática e de Computadores) tive acesso às cadeiras de mestrado antes mesmo de ter a licenciatura completamente concluída. Faltavam-me 3 cadeiras e optei por fazer o mestrado enquanto terminava essas cadeiras e correu bastante bem!  E só no segundo ano de mestrado (finalista), já de licenciatura terminada, é que tive o estatuto de aluna de mestrado.

O meu mestrado é feito à base de especializações. 4 cadeiras de determinado grupo educativo = 1 especialização e cada aluno pode fazer até 2 especializações por mestrado. Ao todo os alunos tem de fazer 12 cadeiras. 2 cadeiras de soft skills, 2 cadeiras opcionais (pode ser de outras areas, cursos e universidades) e as 8 regulares das especializações. 

No meu caso optei por só fazer uma especialização (Sistemas Empresariais)  e fiz as 5 cadeiras do grupo e juntei mais 3 cadeiras (visualização de dados, sistemas apoio à decisão e uma cadeira de base de dados) relevantes para o meu currículo. Para as opcionais escolhi uma cadeira do curso de Biomédica e outra do curso de Gestão. Tentei ao máximo ter um currículo diversificado e aprender o máximo possível de várias áreas complementares à minha especialização. 

O meu primeiro ano de mestrado foi muito semelhante à licenciatura foi só cadeiras (10 por ano). No final do primeiro ano tive de escolher o meu orientador e o meu tema de mestrado. Embora "oficialmente" haja uma listagem de temas por orientador disponibilizada para os alunos se candidatarem na realidade a escolha é feita antes. A listagem é apenas formal. Um mês antes da listagem ser publica os alunos já andavam a chatear os orientadores para saber que temas iam disponibilizar. 

No meu caso o meu orientador fez sessões de esclarecimento sobre os temas e tivemos a oportunidade de manifestar o nosso interesse. Quando a listagem foi publicada o tema já tinha sido proposto para mim. O meu tema foi a Transformação Digital.

The Voice - Portugal | Tira-teimas


Eu adoro este tipo de voz, arrepia-me toda! Tive imensa pena que a Inês não tivesse passado. Não entendo o "encanto" do Tiago Nacarato. 

E lembra-me imenso a Patrícia Teixeira da equipa da Aurea! 


Outros que também adorei e achei memoráveis: 






Eu acho o tipo do Tomás super parecido com o do Murta. 






Reflexão




Confesso que estes últimos meses me tem dado para a reflexão. Analisar quem sou, de aonde vim e para aonde vou. Talvez seja o fim de uma era (universitária), talvez seja o fim de uma relação, talvez seja eu a amadurecer. Tenho olhado bastante para trás, não só com um olhar saudosista mas maioritariamente crítico. Aprender com os meus erros, perceber o que fiz de errado e analisar más e boas escolhas. 

Tudo me moldou no que sou hoje e honestamente nem conto com os dedos de uma mão coisas que me tenha arrependido. Eu sei que sou uma pessoa complicada (oh porra, sou mulher e isso basta!), que tenho bastante "bagagem" e medos coleccionados ao longo dos anos... mas tenho uma força do tamanho do mundo, resiliente a tudo. Vergo mas não quebro. 

Até recentemente uma pessoa fez-me achar que podia ser "emocionalmente frágil". Que a minha ansiedade podia ser sinal de fraqueza. Mas hoje sei que é muito pelo contrário. Só alguém "emocionalmente forte" é que sabe que é importante a partilha dos medos, ansiedades e bagagem. Que partilhando o peso das coisas, este é divido e deixa de ser o meu problema e passa a ser o nosso problema. E só assim podemos lidar com o que a vida nos deita para cima. No ultimo ano e meio lidei de perto com a morte, o cancro, outros problema familiares e ansiedade completamente descontrolada ... nunca me deixei ir abaixo, segui sempre em frente. Verguei mas nunca quebrei. Lidei com tudo o que a vida me atirou e fui o suporte dos outros mesmo quando eu estava perdida. Se isso não é ser "forte" então não sei o que isso é!

Ser forte não é anestesiar os sentimentos até não poder fugir mais, depois levar com tudo de rajada em cima e colapsar. Ser forte é ter a coragem de admitirmos (pelo menos, a nós próprios) as nossas fraquezas.Ser forte não é achar que podemos levar ao mundo às costas sozinhos porque assim estamos destinados a fracassar. Ser forte é ter a dignidade de reconhecer quando não nos bastamos e precisamos de ajuda de fora. Ser forte é... tudo aquilo que não foste. 

Fica escrito para o ar ou então para a quem esta mensagem servir, porque infelizmente os reais destinatários desta mensagem nunca a vão chegar a ler. 

Ainda na sequência do post das compras




Mesmo um exemplar feminina não tem de papar tudo o que é lojas só pelo simples facto de ser loja, especialmente numa ida ao shopping com a mãe! Há lojitas que mãe tem um prazer especial em admirar que a nós, filhas, nem nos interessa. Fiquei portanto a ocupar os alegres banquitos, geralmente usados pelos pobres dos homens que aguardam as suas senhoras, enquanto me dedicava à arte do cuscanço da vida alheia. Também não há muito mais para fazer depois de se fazer scroll ao face e ao insta e nem um sinal de mãe. 

Dedicada à bela arte do cuscanço, deparo-me com bando de adolescentes (aii tanta hormona per capita!). Ainda eram uns quantos e obviamente fazendo porcaria.. Qual velha, pensei logo que quando tinha aquela idade os rapazes eram claramente mais arranjadinhos e que se aquilo que eu vi é o que elas tem para admirar acho que mais valia ficarem a pão e água! Rapidamente lembrei-me que sou do tempo da grande moda das calças quase nos joelhos e o traseiro e os boxers todos de fora. E de os rapazes puxar em as calças uns dos outros, ficando só de boxers ou nem isso. E estranhamente deu-me uma certa saudade do secundário, do tempo que qualquer caramelo ranhoso era o gajo mais giro da escola e de mandar pelo menos 500 sms por dia com o meu Yorn!

E pronto, entretanto chegou a mãezinha e fomos todas contentes para o Gato Preto porque eu tinha visto umas "coisas mesmo giras" para decorar a nossa mesa de dia de natal e andava-lhe a chagar a paciência para ela ir comigo escolher decorações. E lá voltei para o mundo dos adultos!

Vim de termostato avariado




Ainda só estão 17 graus cá em casa e eu já ando com robe e um poncho. Já durmo de cobertor e ederdon e cada vez que mudo de divisão grunho para os presentes "tá frio! tá tanto frio!" E ainda só estamos a meio de Novembro. Janeiro monto tendinha ao lado da lareira.

As vezes penso que fui trocada na maternidade. Eu meto mais 10 quilos em mim só em robes, mantas e mantinhas e o meu pai anda o inverno todo em mangas de camisa. Depois olho-me ao espelho e vejo-o em mim e lá me convenço que pronto o meu pai é mesmo ele e que fui eu vim com defeito de fabrico, vim de termostato avariado.

Vai-se às lojas e é tudo f*king oversized!


Amigos, isto desde que saí da "gruta" (aka quatro paredes do meu quarto) tem sido uma agitação! Terminei a tese e  vi o mundo pela primeira vez e vai que não gostei! Nas minhas melhores intenções, resolvi ir comprar trapitos novos para o inverno e office wear e que desilusão! É favor explicarem-me o que é esta coisa de ser tudo oversized

Eu que sou um 1,55 de gente com 42 quilitos e 23 anitos (é ninguém diria que sou mais velha que a Georgina do Ronaldo! A moça é de 95 e eu sou do muy nobre ano de 94). Isto com jeitinho e até me passam bilhete de criança! Vá, não vamos exagerar... mas acham sempre que sou consideravelmente mais nova do que na verdade sou. Isto lá para o 80 deve dar jeito... agora nem por isso!

Resultado, eu vejo qualquer coisita que me desperta a curiosidade, tento arranjar a coisa mais pequena que encontro (vulgo, XS) e vai que me afogo em toda a peça de roupa! É pano, pano, pano... Caibo eu e cabem mais 3! 
Fui com a minha mãezinha, que veste o L, mas hoje veio toda contente com uns quantos casaquitos XS, que foi um mimo. Ela veio toda contente, já eu... 

Ora este pigmeu de gente já não é um mulherão, com aquela roupita quase pareço a irmã mais nova da Alana Martina! E uma moça, ainda para mais solteira, gosta de se mostrar fresca e fofa! É que homem nenhum merece que a nós percamos a nossa graça. Tem de ser sempre em bom, mesmo que para nós ainda não esteja declarada a época de caça!

Eu falo, falo, falo... mas sou esquisita para caraças com homens! Não gosto cá de andar em caçadas, se é para ser tem de ser cenas sérias. E depois lixo-me porque quando corre mal também doí mesmo a sério. Certo ou errado, é assim que vejo o mundo e acho que trás muito mais coisas boas que coisas más!

Mas pronto, isto não é post para andar a "carpir" mágoas sentimentais e os meu (bom) gosto sobre a espécime masculina!

A praga das sock boots

Já que andamos numa de fazer "bashing" ao mundo da moda, siga com a saga!

Eu adoro a convicção com que o mundo da moda nos tenta impingir que estas coisas (dizem que lhes chamam "sock boots") são bonitas!
É tipo praga, para aonde quer que olhe estão em todo o lado!
€99 Uterque.com
€29,99 Zara

E podia ser só maus gosto das "lojas dos pobres" mas, não!

€1.045 Balenciaga

Que raio, mas com que então voltámos aos sapatos bicudos? Tantos anos de esforço para conseguir enfiar de vez os sapatos com 10 cm de bico à frente na gaveta e agora já estão de fora outra vez?

Posto isto, parece-me então que este ano não compro sapatos!

Nada como sair à rua de roupão!

Hoje cruzei-me com uma senhora a sair do prédio da minha avó de roupão. Ia toda contente de roupão e malinha para o café. 
Mal cheguei a casa descobri aonde a senhora foi buscar a inspiração para o look:


Gostava de ser mosca para assistir ás reuniões dos publicistas quando decidem que é mesmo isto que determinado artista deve usar para criar mais buzz. Se isto é a "melhor ideia" nem quero imaginar as outras opções em cima da mesa! O mote do "falem bem ou mal o que importa é que falem" nunca fez tanto sentido. 

De volta e Mestre!

Olá, olá! 

Depois de um último post mais desagradável (que vos quero, desde já, agradecer pelo carinho e comentários reconfortantes!) venho dar, finalmente, uma boa noticia: Já fiz a minha defesa de tese e já sou Mestre! 




Sou uma orgulhosa engenheira e mestre em Engenharia Informática. Fiz uma tese da qual tenho um imenso orgulho e que resultou numa boa nota (15). Well, não tão boa como acho que a tese (texto, defesa e apresentação) merecia mas o que se pode fazer? Acho que mais do que realmente a qualidade do trabalho, é o arguente que afecta as notas. Não gostei do meu arguente, achei que foi uma discussão muito agressiva e notei falta de tolerância por opiniões divergentes das dele mesmo que bem fundamentadas e até defendidas por grandes instituições como o MIT. Defendi-me muitíssimo bem e recebi bastantes elogios (de docentes e colegas) pela minha defesa e isso sim deixou-me extremamente orgulhosa. Sinto que aprendi imenso e que evolui imenso enquanto pessoa neste último ano. 

Vi teses drasticamente piores que as minhas terem notas superiores e confesso que me matou um bocadinho por dentro. Há muito pouca consistência nas defesas das notas. Há quem tenha arguentes da área que puxam mais por nós, outros que tem arguentes que não são bem da área logo comem tudo o que o aluno disser. Há quem nos queira tostar vivos e quem simplesmente faz a defesa como uma mera formalidade. Mas explico melhor isto das teses e defesa de nota noutro post.  

Estou super feliz! Estou despachadissa da minha etapa de universitária e agora é tirar uns dias para mim, descansar, dedicar-me ao blog (estou tão cheia de saudades de estar mais presente na blogosfera) e depois... desatar a mandar currículos para tudo o que é empresa que me possa interessar e ir a entrevistas!

P.S. Já tive algumas entrevistas. Conto mais num post futuro! 


Um pequeno grande desabafo.

Se soubessem os dias que esta pagina esteve aberta e eu fixada nela vazia, simplesmente não sabia o que escrever e muito menos me sentia preparada para por em palavras a minhas últimas semanas. 

É durante os períodos em que a nossa vida se vira do acesso que as relações são postas à prova. Que o material que um casal é feito testado e ou saímos mais fortes, convictos do que queremos, ou a relação enfraquece e por consequência termina. Porque por vezes gostar não chega, é preciso superar os maus momentos, vontade, esforço, compreensão... é preciso encontrar conforto no outro e não afastar. Infelizmente, as vezes não funciona. Negligenciamos involuntariamente o que considerávamos um bem precioso e quando olhamos para trás e avaliamos as coisas e não funciona mais! 
As grandes mudanças fazem-nos questionar tudo, inclusive quem somos e para aonde vamos. 

Este mês terminei uma relação de dois anos e meio. Dois anos e meio de cumplicidade, de confiança, de amor, de amizade, de sonhos e de expectativas. E estou triste. Estou imensamente triste. Não porque a relação falhou, não porque investimos muito e no final não deu, mas sim porque perdi o meu melhor amigo, a pessoa que me confortava, a pessoa em quem mais confiava. Isso sim está a doer-me muito! 

Eu não deixei de gostar dele. Eu não deixei de sentir a falta dele. E sei que para ele também foi tudo menos fácil. Mas no entanto querer que algo resulte e ela resultar são coisas completamente diferentes. Se eu estava bem quando estávamos juntos? Não, de todo! Mas se agora estou mais aliviada e mais calma? Não! Definitivamente não! Quanto a ele? Não sei... Se acabou, acabou! Não consigo ser amiga. Não consigo continuar a mandar mensagens para saber como ele está! Preciso de me afastar e fazer o meu luto da relação. 

Quando contei às pessoas à minha volta disto a primeira questão foi sempre se isto foi uma zanga passageira ou se efectivamente foi de vez. Pessoalmente, acho que foi de vez! Eu acho que todas as tentativas de algo funcionar se fazem durante a relação e não após. Nunca posso dizer nunca mas é algo que não vejo acontecer. 

Acho que saímos demasiado magoados, perdidos e confusos nestes últimos tempos. O que me magoa é que mesmo tendo chorado juntos não fomos capazes de nos encontrarmos um ao outro. Enfim, provavelmente somos demasiado parecidos e diferentes para nas características erradas. Destes dois anos e meio ficam grandes aprendizagens, muitas memórias e bons momentos. 

Embora esteja de coração partido estou a tentar que isto não afecte a minha vida em nada e continuar a desafiar-me. Aproveitar que estou à espera da defesa da tese para me focar em mim e no que quero para mim. Tirar umas micro férias, sair com os meus amigos (que tem sido impecáveis) e claro começar a procurar emprego! Afinal daqui a uns mesitos isto muda tudo outra vez! E vou conhecer novas pessoas e novos desafios.

Ainda não foi desta que encontrei o meu Mr. Right mas não quero cair no erro de trancar o meu coração a 7 chaves outravez. Por mais em mil pedaços que esteja não posso simplesmente não voltar a confiar e a fechar-me em mim. 

Embora doa, soube-me bem deixar este pequeno desabafo! Terminei este texto a escorrer uma lagrimita mas não chorava desde o dia que falamos sobre nós. E as vezes chorar é o melhor remédio para a coisa acalmar cá dentro. 

Fim do prazo está a chegar...

O fim do prazo para entregar a tese está ai a estalar e por aqui está-se doente, outra vez! Eu tenho sempre uma sorte nestas coisas. Se há fim de prazos e eu estou aflita, arranjo sempre maneira de apanhar uma doença qualquer e ficar com os planos estragados!
A minha ausência deve-se ao estar completamente focada na tese! Tem de ser amigos, 2 anos de mestrado estão prestes a culminar numa discussão importantíssima! Daqui a umas semaninhas estou de volta ao blog para ficar!! E depois conto tudinho... primeira e segunda discussão de tese, como foi fazer a minha tese, próxima fase. Enfim... Imensa coisa para partilhar convosco! Até já ^^

Um dia na vida de quem sofre de ansiedade




Um video que acho que merece a pena ser partilhado. Um video genérico mas com algo que toca a todos os sofrem de ansiedade. 

Para mim são as horas e horas perdidas a pensar obsessivamente nas coisas que fiz, nas coisas que não fiz, nas coisas que quero fazer e nos erros que cometi. Ai os erros... são dias e dias presa nisso até à exaustão! Sou a minha pior inimiga e estou sempre a pensar o pior de mim e a sabotar-me. O estar sempre a pensar no pior cenário e recear tudo o que foge à minha rotina normal e à minha zona de conforto. No conduzir nota-se imenso. Não levo o carro para o centro de Lisboa, não levo o carro para zonas que não conheço. Estrago planos com amigos porque não quero ir sozinha de carro. É o medo constante de falhar, de as coisas correrem mal e para não correrem mal eu evito faze-las. 

No entanto a aprovação dos outros é-me indiferente, a minha aprovação é que é o meu problema. Nunca estou satisfeita com o que conquisto acho sempre que podia ser muito melhor. Não sei celebrar as minhas vitórias. 

Dormir, ai o que é isso? Não sei descansar... o meu cérebro está sempre a mil e não consegue desligar e são horas e horas de insónias a pensar no que não devo. As vezes durmo, mas estou num sono tão leve que qualquer barulhinho me acorda. As vezes "durmo" 10h mas sei que nem 5h estive a descansar a cabeça. 
Quando a minha ansiedade está descontrolada é sufocante para mim viver comigo. Sinto-me exausta, claustrofóbica, de rastos e incapaz de viver normalmente. É algo tão silencioso que ninguém do lado de fora nota. Foi um mundo terrível que criei na minha própria cabeça! 
Uma luta constante e depois de tantos meses de vitórias basta qualquer coisinha e volto novamente a este ciclo vicioso. 

Estes últimos meses tem sido tão duros com a pressão da tese e do orientador tem sido novamente muito maus. Acho que estou a levar isto mais a peito porque estou em casa, já não tenho aulas e as minhas pessoas estão nas suas teses, nas suas demonstrações e não tenho outra coisa para pensar que não nisto. Vou lentamente afastando-me das pessoas porque preciso de espaço para descansar a cabeça e conseguir parar o meu cérebro até ficar completamente dormente por dentro. 
O grande problema para mim é o afectar-me o sono e se não descansar afecta a minha sanidade mental!

E como é que eu saio deste ciclo vicioso? Meditação... muitos dias de meditação, muitos meses a ensinar o meu cérebro a ligar e a desligar a mente para, por fim, conseguir adormecer.

Finalmente estou a conseguir sair novamente de um momento menos bom! Estou a aprender a dizer que sim mesmo o meu cérebro gritando que não! Estou a aprender a controlar a minha respiração e a saber voltar a mim!

O quando me custou carregar ali no botãozinho publicar... acho que estive meia hora a olhar para este texto a pensar se o devia ou não publicar. Enfim... já foi!

A minha nova série favorita!



Ao longo de quase 12 anos o meu coração esteve preenchido com a minha série preferida de todo o sempre - Bones! Já a vi completa (12 temporadas) duas vezes e perdi a conta ao numero de vezes que ao longo destes 12 anos a fui revendo. 
A serie apareceu numa altura mais frágil para mim e fui a primeira vez que me relacionei com algo. Foi das series que mais coisas me ensinou sobre a vida e mais frases lapidares fui coleccionando. Em Março deste ano acabou, confesso que chorei baba e ranho. Como não se chora quando acaba uma etapa que acompanhou a nossa adolescência que moldou a nossa visão do mundo e a nossa personalidade? Os anos de 2005 a 2007 foram muito complicados para mim a vida ensinou-me a não confiar, a não partilhar, a reagir as coisas como se as tivesse a viver na 3ª pessoa e a ver o mundo sem qualquer emoção, apenas lógica. Não foi a minha fase mais agradável e estava perdida! E com a Temperance Brennan também eu aprendi a abrir o meu coração de novo aos outros e a deitar abaixo a minha muralha que me protegia do mundo. Por isso é, e será sempre a minha série preferida e quando o mundo me foge debaixo dos pés e sempre a essa serie que recorro. Meio estranho eu sei... mas acho que todos temos os nossos mundos de fantasia que nos dão conforto quando queremos estar sozinhos. Seja um bom livro, um local especial, uma serie...

Desde Março que andava à procura duma serie que me deixasse igualmente em pulgas cada vez que saísse mas tudo o que andava a ver não me enchia as medidas. Ou os actores não eram bons suficientes para durante 45 mim me convencerem que realmente o que estava a ver eram 100% real (eu sou como as crianças, preciso que durante 45 mim estar ali e acreditar no pai natal. 45 mim depois volto à realidade!) ou o tema da série era meh ou o argumento era meh... Ou simplesmente era boa mas não a minha série. 

Numa noite de insónias resolvi começar a ver uma serie nova: Outlander! Viagem no tempo? Já tinha visto toneladas delas... legends of tomorrow, Timeless e outras... Abri-a porque era passada em 1945 e em 1743 duas épocas que uma moça que adora história não podia deixar passar ao lado!

OMG! Eram 5h da manhã e ainda estava a ver a série completamente apaixonada. Não sei se é uma serie para toda a gente mas para o meu gosto pessoal encheu-me as medidas todas! E agora tenho uma nova serie preferida! Já estou a ver a história em tempo real e cada vez que sai um episódio novo sinto novamente aquela excitação de ter de o ver JÁ e de aqueles 45 mim serem sagrados! E sou transportada para o passado. O casalinho romântico tem uma química louca, os cenários são de cortar a respiração, a pronuncia é bem sexy (Eu sempre tive uma panca enorme por pronuncias meias estranhas. Sempre achei um piadão à pronuncia da Escócia e à do Alabama por serem tão marcadas!), os figurinos são excelentes,  a banda sonora é maravilhosa, a história está tão bem feita... O meu coração está novamente cheio!

O novo episódio sai dia 25 e estou a contar os dias para que o episódio 3 da temporada 3 veja a luz do dia!  

P.S. A serie é inspirada na saga de livros Outlander de Diana Gabaldon! 

Melhor momento dos Emmy


Delirei quando vi isto! Acho fundamental uma pessoa ter bagagem para ser capaz de gozar consigo própria. Não gosto em um pouquito do homem quando esteve na casa branca,alias acho que toda a gente que foi lá metida pelo Trump não tem competências para o cargo que tem e acho que a casa branca começa a lembrar um circo. Mas ri-me imenso, acho que a Melissa tem feito um trabalho incrível ao "imita-lo" e isto mostra o fair play do senhor. E ver o choque na sala não tem preço!

Desculpe, mas sou eu a pagar!




Se por acaso alguém daqui tem experiência na restauração por favor expliquem, porque é algo que me transcende. 

Cenário: Dois amigos (por acaso, era só o meu melhor amigo. Nem era o meu namorado!) vão almoçar juntos! Combinámos pagar a meias e que era mais prático para o restaurante um pagar com cartão e depois entre nós no carro fazíamos a divisão e trocávamos o dinheiro.  Pedimos a conta e o multibanco. Curiosamente, eu fiquei de pagar com cartão porque não tinha trocado.

Vem o empregado e espeta  a maquineta na tromba (minha gente, na tromba mesmo... ali a meio palmo de distancia do nariz dele) do meu amigo. Porque?! A sério expliquem-me porque que em qualquer lado todo o santo funcionário assume que é o homem a pagar a conta?  E lá tem de o rapaz encavacado empurrar a maquina para mim... Se vou almoçar com o meu namorado é exactamente a mesma coisa, é frustrante! Pagamos quase sempre à vez portanto 50% dos nossos jantar tenho eu de dizer "Desculpe, mas sou eu a pagar!", retirar a maquineta ao funcionário e ouvir aquele "Ooohhh" como se fosse uma loucura uma mulher pagar algo a um homem. 

Há qualquer regra de etiqueta que eu desconheça? É que não vejo o drama de colocar ao centro da mesa e quem for a pagar que se chegue à frente. Retira aquele momento "awkward" de andar a lutar pela maquineta. Enfim... 

Inutilidades


Será que ninguém nunca disse à senhora que as calças são feias de dói?

A "moda" tem coisas que nem lembram ao diabo! Para mim a roupa feminina tem um prepósito: ser útil e fazer uma moça  sentir-se "on top of the world". Isto são as calças mais inúteis que há, além de que são feias que doí e pouco práticas para se sobreviver no mundo real.  Até estou a imaginar ali a D. Maria com umas calças destas a correr na estação da linha de Sintra para apanhar o comboio para ás 7h da manhã pegar ao serviço. Ou uma "Dra" qualquer a conduzir um citadino no fantástico pára-arranca do A5 ou do IC19. Todo um cockpit inundado de folhitos, um "must" portanto! 

Uma banheira de pés


Sempre "sonhei" em um dia ter uma daquelas banheiras vintage de pés. 
Não sei como é que este "sonho" começou e até é meio sem sentido mas é uma coisa que está na minha bucket list!

Mais um 1º Semestre

Illustration by Nicole Clowes
As colocações de primeira fase já saíram!  Parabéns a todos aqueles que agora são caloiros universitários e boa sorte para o que ai vem. Ainda há a segunda fase e nada está perdido! Faz dia 27 deste mês 5 anos que me tornei caloira de 2ª fase e correu tudo igualmente bem!

Este Setembro foi o primeiro em 5 anos que não tive de fazer inscrições na minha faculdade, foi tão estranho! Eu ainda fui ao site, em jeito de nostalgia confirmar se o meu currículo estava 100% correcto. Últimos 2 meses enquanto universitária! Aiiiiiii....

Mais um ano e mais uma subida histórica nas médias da minha faculdade! WTF?! Quem são estas pessoas? Fica só o aviso de quem já viu muita coisa média alta de secundário não implica alto desempenho universitário! Há muito trabalho envolvido! Vi muitos médias 18 a terem pior desempenho que quem entrou com médias de 12/13...

Histórias do meu percurso: FACULDADE

Mulher que é mulher sabe cozinhar!



Parece-me que com esta nova descoberta do homem e mulher serem iguais é preciso ressalvar a essa igualdade em toda a conversa. Na minha modesta opinião, a discriminação começa quando é preciso explicitar essa igualdade em vez de ser algo que devia estar previamente implícito! Agora há cotas para tudo, uma pessoa já não sabe se está a escolhida porque é boa naquilo que faz ou só porque precisavam de preencher cotas. Porque raio precisamos de cotas para mostrar não fazemos discriminação? É tão triste ter de ser preciso cotas!

A igualdade vem do berço, da educação que nos dão, que aos poucos se vai reflectindo na sociedade. No aprender a ver a relação do pai e da mãe e as suas ambições pessoais e profissionais. No ser educado com os mesmos valores e competências independentemente do sexo com que se nasce e no ensinar que cada um pode ser tudo aquilo que ele ambicionar desde que trabalhe e se empenhe. Tem de ser educados para serem seres humanos incríveis e não mulheres ou homens incríveis.  

Agora diz-se Portugueses e Portuguesas. Mas afinal isto não é uma questão semântica de caca quando há assuntos realmente importantes para se resolver?

Eu não me importo de estar na espécie Homem e de estar entre os Portugueses. Importo-me sim de duvidarem das minhas competências em determinada área pelo facto de não ter um pénis. Importo-me sim que assumam que tenho de ser eu a sacrificar-me pela pessoa com quem estou. Importo-me sim que achem que eu tenho de ser a fada do lar e esperam que tenham sorte por achar um marido que me ajude. [então mas o gajo não vive lá também? A casa é só da mulher? Mãezinha ele só tem uma e não sou eu!]

E parece-me que andamos a lutar pelas coisas erradas. Agora não se quer cavalheirismo porque isso é sinal de machismo. Eu cá gosto de um homem cavalheiro, é sinal que me respeita! Principalmente, há que ter gestos de apreciação por toda a gente independentemente de homem ou mulher. A igualdade deve estar nas oportunidades e no valor da opinião porque no resto somos diferentes e essas diferenças devem ser apreciadas. Não faz sentido dos Jogos Olímpicos homens e mulheres estarem misturados em certas categorias quando tem capacidades diferentes e corpos com configurações diferentes. 

Nenhum sexo devia dominar o outro ou considerar-se superior. Nenhum sexo devia ser as suas opções, gostos e escolhas limitadas por causa do sexo com que nasceu! Eu sou uma lady e gosto de ser tratada com tal. Gosto que me segurem na porta. Gosto de gritar quando vejo um bicho e que seja o meu namorado a mata-lo. Gosto de me sentir protegida. Gosto que me dêem um casaco quando tenho frio. No entanto não confundam gostar de ser mimada com o ser frágil e fraca. Gostos não são necessidades. Porque de outras maneiras os homens também gostam de ser mimados e não é por isso que os consideramos frágeis e fracos. Não tolero no entanto que quando em casal as decisões não seja tomadas a dois. Não tolero que seja só uma a tomar conta das contas. Não tolero pedidos de autorização entre casais. Não tolero um ter medo do outro. 

Agora faz-se gala de uma mulher não saber cozinhar e tratar das coisas da casa, que façam eles! Ora que merda! Então um ser humano adulto não se sabe alimentar sozinho? É quase tão cómico como serem adultos e ainda precisarem que lhes limpem o rabinho quando vão à casa de banho! Vão me dizer que fizeram o 12º ano com derivadas, limites e merdas matemáticas complicadas mas não são inteligentes o suficiente para saber ligar um lume, botar uma panela e cozer um ovo sem o queimar? Não brinquem comigo! 
Mulher que é mulher sabe cozinhar, caso contrário é uma criança! Adulto que é adulto sabe cozinhar, independente do seu sexo!  Ninguém devia dependente de outro seja para o que for!

Estou tão cansada de ver coisas vendidas como feminismo que não passam de estupidez, ignorância e vontade de criar guerras aonde elas não existem e deixar os verdadeiros problemas passarem em branco!

Quando o Jornalismo tem a mente pequenina...

António Cotrim - LUSA

Só assim naquela e bem escondidinho entre as reportagens sobre o combate do século "Mayweather vs McGregor" ouvi dizer que ganhámos o Ouro em K1 5000 e a Prata em  K1 1000 (Fernando Pimenta - Mundial de Canoagem) lá para os lados da República Checa. 
Mas que interessa o que se passa por cá (ou melhor lá, na República Checa) quando podemos estar a ver reportagens sem fim sobre o picanço, o combate, as opiniões, os abracinhos finais e os elogios de um combate milionário lá para as Américas?  (Eu não sou completamente ignorante, eu sei que o McGregor é irlandês!)

Eu até nem sou fundamentalista no que toca ao patriotismo e adoro o mundo global mas qualquer merdinha que acontece para os lados dos Yankees é logo noticia de abertura do telejornal! Coisas como "Donald Trump olha sem óculos para o eclipse" é logo motivo de «OMG, isto tem de ser noticia em TODOS os noticiários!!» Gente, o Trump é um retardado, "period"!!!!!! Não há notícia ai! Vamos abrir um espacinho nas noticias para coisas que se estejam a passar cá e que tenham relevância! 

A minha pseudo entrevista de emprego



Estou neste momento a entrar na reta final da minha tese: dois mesinhos e nunca mais na vida olho para este documento! (Mentiraaa, na verdade ainda há que por isto em condições de publicar e há uma discussão para preparar!)

Eu sempre fui (e sou) um bocado medricas com mudanças, não gosto delas e demoro bastante tempo até dar "o salto".  Depois do esforço do salto é, geralmente, "smooth sailing" mas até lá peno sempre um bocadinho. 

Estou a chegar ao fim destes últimos 5 anos académicos e está na altura de começar a pensar em dar o próximo salto: o mundo do trabalho! Sou uma orgulhosa Licenciada em Engenharia Informática, pelo que é "suposto" ser fácil arranjar emprego. Isto porque é comum as empresas andarem atrás de nós desde que entrámos na faculdade e até estão presentes em vários eventos da faculdade. 

Nunca andei propriamente à procura de emprego mas sempre estive visível. A minha faculdade tem liberdade de dar os meus contactos às empresas interessadas e tenho um linkedIn actualizado e as consultoras andam sempre a cheirar para ver aonde podem ir buscar engenheiros fresquinhos acadinhos de sair do forno! 

Pergunto-me porque há tanto programador qualificado que não tem necessariamente o grau de licenciatura mas toda a gente se pela por um engenheiro sem experiência (aliás na minha licenciatura aprendi tudo menos a programar! Foi tudo muito do it yourself, mete isto a bombar de alguma maneira!).

Pois bem, uma dessas empresas acabou por me contactar (a mim e a vários finalistas do curso) para ir ter uma reunião para nos conhecermos melhor (dito assim, soa um bocadinho...). E eu decidir ir porque não tinha nada a perder. Excepto umas horitas e o dinheiro que deixei nos parquímetros de Lisboa algo que me doeu um bocadinho. Sabia que quase de certeza que dali não ia sair coelho  e que só me queriam para programadora. Mas pronto, era uma primeira entrevista, ia de mente aberta e no pior dos casos ganhava experiência!

Disclaimer: Eu não sou programadora, não gosto de programar (embora me safe) e até não programo há mais de 2 anos. E lá por estar em informática não implique que queira ou goste de ser programadora. Eu posso estar em informática e querer a área do negócio (eu! eu ! eu!), posso querer jogos, posso querer inteligência artificial, posso querer robótica e por ai em diante. Há áreas com mais programação que outras, e mesmo uma pessoa gostanto de programar não quer necessariamente ir fazer desenvolvimento de software para consultoras

O propósito da entrevista era eles verem o nosso currículo e conhecerem-nos para o pressuposto de recebermos uma proposta e começarmos lá a carreira com direito a uns meses à experiência. 

A entrevista em si foi um bocado flop e não gostei nadinha de lá ir! Ora vamos lá ver porquê:

1. Ora tudo bem que eu ainda sou uma mera estudante e tal, mas parecendo que não eu sou uma Engenheira (até na ordem estou, vejam lá quão chique sou!) o que merece respeito e profissionalismo de um possível empregador! O pré, o durante e prós foi um "shit storm" de erros de básicos. Ora ligavam a pensar que estavam a falar com x e na verdade era y, faltas de confirmações das entrevistas, misturas nos currículos, tempos de espera absurdos e até se chegaram a esquecer de entrevistas. E podia continuar porque só tive mau feedback de colegas que foram também a estas entrevistas.

2. Tendo a empresa diversas áreas e sendo informática, um curso extremamente variado, só nos queriam para uma coisa: desenvolvimento de software! Manifestaram zero interesse no que tínhamos feito para além de programar. Só queriam saber as linguagens que gostávamos ou éramos bons. Não senti que me ouvissem quando disse que não era uma área que me interessava e foi tudo na base no entras e depois há eventualmente mobilidade. Eu não quero entrar e ouvir propostas para  uma área que não me interessa na esperança do "logo se vê"... Até porque as pessoas na entrevista eram de uma área especifica e só conheciam a área em causa. Área essa que não me interessava! 

3. Achei que a entrevista foi demasiado informal e não foi aquela entrevista clássica que uma pessoa está habituada. Há um informal agradável e há o informal de falta de profissionalismo e achei que foi mais o último. Senti que o meu perfil pessoal foi ignorado completamente e que com o meu curso só levava um selo de "programadora" na testa e siga para a linha de montagem... e PRÓXIMO! Sabem a frase do "carne para canhão", pois... foi mesmo isso! 

4. Não gostei da vibe daquilo! Nem propriamente das condições de se trabalhar lá. 

Sai de lá a achar que tinha perdido o meu tempo e o tempo dos moços da reunião. Ligaram-me novamente para ir lá ouvir a proposta (Whaaaaat?) mas já não estava minimamente interessada. 
Houve colegas meus que foram mas que eu saiba nenhum ficou por lá. A oferta não era completamente má, até dava um número bem jeitoso no final mas... isso só se passasses não sei quantas fases e lá pelo meios ainda trabalhavas para eles a ganhar mal até seres oficialmente aceite. 

Pasmo-me é porque isto é numa área com poucos problemas de empregabilidade, em que os estudantes se podem dar ao luxo de rejeitar propostas e mesmo assim eles estragam a nossa primeira impressão sobre a empresa. 

O post grita um bocadinho "roasteeeed" mas foi genuinamente o que senti e achei que o devia partilha-lo com vocês. O post já vai longo mas queria dar-vos um bocadinho de contexto, muito obrigada a quem teve a paciência de ler isto tudo! 

Período, o drama!





Apesar de cada vez menos ser tabu ainda se sussurra que se está com o período e que se precisa de material próprio para o efeito. Ao longo da minha década enquanto mulher fértil cruzei-me com diferentes criaturas (fêmeas e machos) com uma aversão ridícula ao tema período.

Convínhamos, é algo intimo não é propriamente algo que se anda a comunicar a toda a gente com detalhes mórbidos mas também não é assunto para levar à debandada geral quando ocasionalmente é mensionado!

Pergunto-me o que leva jovens informados de 20 e tal anos - homens, portanto! - a ter nojo só de mencionar o nome período ou menstruação. Como se fosse algo, pasme-se, contagioso e a praga dos nossos dias. E nós, mulheres impuras, ousamos partilhar com os nossos parceiros que não estamos na nossa graça habitual. Homens criados com mãe e irmãs em casa! Fascina-me como é que se vive 20 anos com uma pessoa que se menstrua e ainda não estão habituados ao tema!

E o mais ridículo disto tudo é que nem estou a inventar ou a exagerar para propósitos de chocar o leitor. Estes homem existem e eu, infelizmente, conheço vários. 

O meu irmão tem 19 anos e sabe quando estou com o período - nota-se, lamento, e ele não nasceu parvo - e até já teve de me ir comprar pensos ao supermercado. Munido da foto da caixa e da informação de qual o corredor certo e lá foi ele. Imagine-se, sobreviveu! Zero traumas até ao dia de hoje... 

Eu sou um free spirit no que toca ao período, namorado meu sabe sempre que estou com o período. Um homem que não aborda normalmente o tema período é um deal breaker.  Alias período implica que não há bebés a caminho portanto é algo que os dois devem estar informados e não só uma parte. E nós ficamos avariadas das hormonas - pelo menos eu fico sensível como tudo - e eles precisam de saber o que se passa. Felizmente o meu namorado tem exactamente a mesma visão que eu sobre o assunto e é bastante informado. Não só porque foi educado assim como sempre se interessou pelos dramas menstruais das namoradas que teve. É de louvar!

O meu período designa-se Mr. Red porque acho o nome fofo. E acho uma graça enorme aos nomes que as mulheres arranjam para "secretamente" se notificarem que estão "de molho". Ai ai secundário em que era frequente ouvir-se que "O Benfica jogava em casa" e que "as portas do mar vermelho se tinham aberto". 

A falta de conhecimento que muitos homens têm sobre o tema Período é tenebroso. Já me perguntaram se "estava sempre a sair" ou se "só saia uma gotinha ou duas por dia". Claro amigos, sempre a menstruar non-stop nós até usamos baldes, em vez pensos! E muitos nem sabem o que é o período, de que é feito e para que serve e que é apenas um problema nosso. Sim, porque a reprodução é feita a 1 e tudo. 

Ainda há muito homem e mulher que vive na idade média e com zero dialogo em casa e que é incapaz de lidar informadamente com coisas banais como o periodo e até o sexo (yep, mas isso é assunto para outro post! Isto de se ter andado num colégio católico encontra-se alminhas de bradar aos céus - ou basta ver o LOT da TVI que tem o mesmo grau de desinformação!) 

Parabéns a nós!



(Well, na verdade o aniversário foi ontem mas... nunca é tarde para celebrar!) 

Quem diria que este blog já conta com 4 aninhos em cima? O tempo passou a correr!

Obrigada a todos vocês por tornarem esta casa num refugio muito especial e me terem permitido conhecer pessoas inspiradoras e incríveis que tem feito parte desta casa desde sempre! Este último ano outras prioridades tem me afastado um bocadinho deste mundo mas continuo aqui  a acompanhar as vossas conquistas e a vibrar como se fossem minhas. 

PARABÉNS A NÓS! 

Longe da vista, longe do coração.

Eu dou-me bem com muita gente, há muita gente que gosto e que tento sempre dar o melhor de mim mas amigos, bons amigos, isso quase não tenho. Mas os que tenho são ouro!

Nunca fui muito boa a fazer amizades! Ou melhor... a minha definição de amigo e a definição das outras pessoas é que, simplesmente, não é a mesma. Entrei na faculdade trazendo três ou quatro amigos do secundário, básico e primária. 

Desde que entrei na minha faculdade perdi grande parte do meu tempo livre o me afastou das poucas que já tinha anteriormente. E mesmo na faculdade, apesar de ser um bicho social e de conhecer toda a gente fazer amigos, Amigos com A maiúsculo é-me extraordinariamente difícil. 
Actualmente é tudo muito efémero e longe da vista igual a longe do coração. Tu para seres amigos de alguém precisas de estar todos os dias e ir para todo o lado juntos como se de gémeos siameses se tratasse.

Eu sei que não sou a melhor pessoa para se manter uma amizade, eu não sou pessoa para querer sair todos os dias com os amigos, não gosto de dramas do secundário, não sou a amiga para ir beber com, gosto muito do meu espaço... No entanto sou a amiga que para a vida toda para estar com um amigo quando há problemas. Mas problemas há de ano a ano e festas há todos os dias. E na altura de escolher é amiga que está "no matter what" que é trocada pelas amigas das festas. 

Se já me magoei? Imenso. Já me desiludi com imensas pessoas que tenha em grande conta e na verdade foram uma merda. Houve pessoas que não cai só uma vez, que aceitei as desculpas e arrependimentos mas que me voltei sempre a magoar. Eu invisto de coração nas minhas amizades. Nos últimos anos tenho aprendido e já sei exactamente o que vai sair de cada pessoa e já não me surpreendo.

Eu não sou parva, alimento é a farsa e sei perfeitamente distinguir quais são as amizades que são verdadeiras e as pessoas que simplesmente querem chupar a minha atenção e não vão fazer um único esforço para a amizade ser reciproca. 

Desde que já não estou em aulas o telefone já quase não toca mas quando toca são exactamente as poucas pessoas de sempre. São as pessoas que "no matter what" vão estar sempre para mim como eu estou para elas e que vibram com as minhas conquistas como se fossem deles. Sem interesses, sem invejas, sem cobrar nada!

Cada vez mais tenho o meu coração fechado a 7 chaves e é preciso ser-se mesmo incrível para eu considerar abrir as minhas defesas. 

Semana dos deuses




Esta última semaninha foi dos deuses e por isso quase nem cá pus os meus pezinhos! Estamos em countdown para ele começar a trabalhar (omg, nem acredito que é já na terça!) e tivemos acesso a uma piscina de amigos então foi aproveitar os dias de barriga para o ar e tostar um bocadinho só os dois! 

Soube pela vida! Não tarda também vou ter as férias com os meus pais e tentar esquecer um bocadinho a preocupação de que tenho uma tese para terminar! 

Mação

Mação é a terra da minha avó, temos casa numa aldeiazita do concelho. Felizmente este ano não estamos lá. Em 2003 vimos o inferno na 1ª pessoa! O conselho tem um plano piloto de prevenção de incêndios que tem funcionado relativamente bem! Há engenheiros florestais no concelho, há caminhos próprios para o combate, há tanques nas aldeias já preparados para estas situações, há maquinas próprias para combater o fogo com terra. Mação é dos concelhos mais preparados e mesmo assim isto continua irresolvível, algo de muito errado se passa! 

Há um presidente a dizer que aquilo continua um inferno e critico, há imagens assustadoras mas a protecção civil dá briefings a dizer que o fogo está em resolução, já não está tão preocupante e que há homens  suficientes realmente há algo de muito errado no combate a este fogo. 

Afinal em que fogo está a protecção civil? Claramente não no de mação!!! 

Infelizmente há muita terra privada não está devidamente tratada.