O fenómeno comentar primeiro, ler de pois




As redes sociais vieram dar voz às pessoas e isso é algo genericamente bom! Dá-nos o poder de mostrar a nossa opinião, comunicar com pessoas de outras realidades e opiniões, de partilhar experiências e denunciar citações.

Mas tudo o que é em excesso dá mal resultado. A linha entre a fonte credível e a sabedoria de estrada está cada vez mais ténue e as vezes ouve-se/lê-se cada disparate que dá dó! Infelizmente os bloggers, revistas e até os jornais de referencia aderem ao click bait. Títulos bombásticos que nada reflectem o conteúdo da mensagem.  Até ai nada contra, enjoa um bocado mas estão a fazer pela vida para poderem continuar a existir. 

Agora expliquem-me aqueles comentários do zé da esquina super agressivos de quem acha que tem o rei na barriga mas que nem se deu ao trabalho de ler uma linha do conteúdo e se baseou apenas nas meias verdades do título!

Meias verdades essas que se espalham como fogo e tal como qualquer mentira quando repetida muitas vezes torna-se numa verdade. E está-se durante meses e meses a difamar alguém ou algo porque estes zé da esquina acham que estão super informados. 

Não se questiona nada, assume-se tudo e parte-se para o insulto quando as pessoas não pensam como nós.

Sou, claramente, pró-globalização mas isso não implica ser pró-estupidez! 

Vacinação obrigatória: Sim ou não?


Sempre ouvi dizer que a liberdade de uns termina quando afecta a liberdade dos outros.
A vacinação em massa permite que como pais estejamos mais protegidos e evita surtos. 
Até que ponto se pode tomar a decisão de não vacinar os nossos filhos, manda-los para o mundo e não afectar o resto da comunidade?

No meu tempo de escolaridade obrigatória a não vacinação era quase obrigatória porque era pedido o boletim de vacinas e se algo não estivesse em dia éramos notificados que tínhamos de ir resolver a situação o mais rápido possível . E a conversa andava ali sempre a ser lembrada em frente a toda a gente. Ainda no meu 11º ano (2010/2011) fui amplamente lembrada que estava na altura de receber a do HPV. Estava ligeiramente atrasada mas como era hábito receber carta e ser chamada e tal ainda não tinha acontecido estava tranquila. Tive inclusive de ir ao centro de saúde perguntar pela dita carta e mostrar que estava viva. Recebida a carta e feita a primeira dose a minha directora de turma foi informada e o assunto resolvido. 

Pessoalmente sou pró-vacinação. Porque acho que havendo vacinação é uma parvoíce estar à mercê dos elementos. Quem me dera que houvesse vacinas para todos os tipos de cancro e ia lá todos os meses se fosse preciso.
Sou a favor da liberdade de cada um em escolhas que só nos afectem a nós, mas não em algo que pode gerar contágio ao resto da população.

Levanta-se a questão vacinação obrigatória sim ou não?

Viajar!


A precisar de sair por uns dias e fazer algo que realmente me dê inspiração.

Tão novinha e já casada?!




Já perdi a conta ao numero de vezes em que qualquer estranho troca meia duzia de palavras comigo e me agarra a mão esquerda e tece comentários ao facto de ser tão novinha mas já casada! 
A ultima vez foi no centro comercial em que uma senhora me ia arrancando a mão só para ver o "anel". 
Uma pessoa não pode ser canhota e gostar de usar aneis que começam logo a imaginar casamentos. O dito anel parece tudo menos uma aliança!! Eu até fico parva com a "confiança" das pessoas com qualquer desconhecido.